quinta-feira, 14 de abril de 2011

Paradoxal


...Enfim toda desordem começa a organizar-se na minha cabeça! Já posso ver o quanto sou cego, sentir o quanto sou insensível e refletir sobre o quanto sou irracional!


Finalmente a inércia fez-me caminhar, pois outrora, estático permanecia dançando a valsa da caixinha de música, em círculos. Cansei de descansar e decidi lançar-me ao acaso... mudar tudo, como de costume.

A partir de agora permito que eu me proíba de mirar no vazio, pois agora tenho alvos e pretendo alcança-los rapidamente com muita calma, acelerando o tempo enquanto aguardo pacientemente que o destino cumpra as metas que EU tracei e defina de uma vez por todas o que sempre será incerto.

Entendeu agora o que me confunde? Nem eu... só sei do que me é desconhecido! Enquanto os desencontros me encontrarem, aqui, perdido no lugar para o qual sempre retorno, coisas boas virão ao meu encontro, abrindo meus olhos lacrados e fazendo-me enxergar a escuridão dessas luzes apagadas... luzes que ao acenderem-se revelarão que estou num lugar inédito, o mesmo onde sempre me vejo nos meus sonhos.

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